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Rafael dos Anjos quarta-feira, 11 de março de 2009 - 16:43:48 Por Guilherme Cruz

Treinando duro para sua segunda luta no UFC, Rafael dos Anjos conversou com a TATAME sobre a expectativa o combate contra Tyson Griffin, no UFC Fight Night 18. No primeiro dia de abril, o brasileiro entrará no octagon contra um dos mais duros adversários da categoria, que, apesar de vir de derrota no evento, superou os três adversários anteriores, todos brasileiros. Confira abaixo a entrevista exclusiva com o lutador, que falou sobre sua preparação para o combate, a tática, analisou a última luta de seu adversário e as lições de sua derrota nas estréia.

 

Como está a preparação para a luta?

 

Estou bem melhor nessa luta, bem mais concentrado e vindo de um ritmo de treinos forte. Não tive férias desde o ano passado. Tive um descanso de uma semaninha após a minha luta e depois treinei direto. Vou mandar bem lá, com certeza.

 

Qual será a estratégia contra o Tyson?

 

Ele é um cara duro, difícil de se manter no chão. Ele fica muito em pé, mas uma das minhas principais táticas é não ficar tentando derrubar muito ele pra não me cansar... Vamos ver. A tática é não me cansar, fazer um jogo em pé e ver o que ele vai me oferecer.

 

O que você achou da última luta dele, contra o Sean Sherk?

 

Foi uma luta dura, mais em pé. Ele lutou bem, o Sherk é duro, mas ele estava vindo de uma seqüência boa em cima dos brasileiros e lutou bem, mas o Sherk não errou.

 

Ele vem de três vitórias sobre brasileiros. Você espera vingar a pátria ou nem pensa nisso?

 

Com certeza. Vou para fazer meu trabalho e ganhar, mas isso pesa também. Vamos quebrar esse tabu. Ele ganhou de três brasileiros e vou fazer de tudo para isso parar em mim.

 

Que lições você tirou da sua primeira derrota no UFC?

 

Não andar pra trás na luta, aproveitar melhor as posições e ter mais calma, ser mais agressivo, usar mais as regras do UFC. Principalmente não andar pra trás.

 

Quantas lutas você tem no contrato com o UFC?

 

Depois dessa, tenho mais duas lutas.

 

Você se saiu bem na seletiva para o ADCC. Você tem planos de correr atrás de um convite?

 

Não, cara. Eu entrei para me dar mais ritmo de competição, porque eu não estava lutando nada e não ia ter evento nenhum, aí resolvi lutar a seletiva. Mas, o futuro a Deus pertence, vamos ver... De repente rola um convite, mas entrei para me dar um ritmo de competição e acho que lutei bem, cheguei nas cabeças, o que é importante.


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