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Cobrinha: “perdi uma batalha, não a guerra” sexta-feira, 08 de maio de 2009 - 17:48:01

Por Guilherme Cruz

Foto Eduardo Ferreira

 

Tricampeão mundial de Jiu-Jitsu, Rubens Charles “Cobrinha” desembarcou em Abu Dhabi como favorito pelo ouro até 65kg do Mundial Profissional, que aconteceu no último final de semana na cidade, mas, ao contrário das competições anteriores, o faixa-preta voltou para o Brasil sem a medalha de ouro no peito. Em conversa com a TATAME, Cobrinha deu um chega pra lá no desânimo e mostrou que está mais animado do que nunca para a conquista do quatro Mundial.

 

“Já estou voltado para o Mundial e não vejo a hora, estou contando os dias (risos). Não muda em nada as derrotas e as vitórias, é tudo na mesma coisa. Vou continuar trabalhando duro como sempre, foco total”, garante Cobrinha, em busca da quarta medalha de ouro. “As expectativas são as melhores possíveis para tentar o tetra... Fácil eu sei que não será, ou melhor, nunca foi”.

 

Em entrevista exclusiva à TATAME, que você confere clicando aqui, o faixa-preta comentou a final com Rafael Mendes, criticou a postura do atleta, que ele classificou como “retranqueiro”, o desempenho da equipe Alliance no Mundial Profissional e mandou o recado para seu algoz: “Ele está de parabéns, estudou o meu jogo e está fazendo o que ele acha que vem dando certo... Eu acho que ele tem que continuar fazendo isso, porque, se jogar franco, vai bater”.

 

Aproveite e confira, na edição de maio da Revista TATAME, que já está nas bancas de todo o Brasil, um Paredão exclusivo com Cobrinha, que falou sobre seu começo na arte suave, porque trocou a Capoeira pelos tatames, sua vida e treinos nos Estados Unidos, os planos para o ADCC e MMA, a busca pelo tetra Mundial, o que o colocaria como o maior vencedor do peso na história, e como o Jiu-Jitsu salvou sua vida: “Se não fosse o Jiu-Jitsu, talvez eu não estivesse aqui hoje”. Clique aqui e confira tudo o que a TATAME #159 tem para você!


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Cadu 10/02/2012 20:08 Drogas Ae rapaziada, pra quem tiver interesse sobre a questao de doping de drogas consideradas recreativas aqui vai a materia uma: http://waves.terra.com.br/surf/noticia/colunas/tulio-brandao/velha-polemica-de-roupa-nova/51332; ou mesmo uma recente dissertaçao de mestrado: http://igitur-archive.library.uu.nl/student-theses/2011-0628-200548/Scriptie Michel Riemersma.pdf. Este assunto esta em discussao no surf. A ASP vai iniciar esse ano a pegar a \"danada\" no doping.. Entao ja viu, muita polemica... abs
LACRAIA 10/02/2012 17:25 MELHORES DO K-1 Ele era baixinho, porém um verdadeiro carne-de-pescoço. Estou falando do MIKE ZAMBIDIS.
Rafael Soratto Souza 10/02/2012 15:33 P/ Wellington. Otimos seus comentários, assino embaixo.
juliano ramos pitombo 10/02/2012 14:58 Treinadores no TUF Brasil As equipes escolhidas por Vitor e Wanderley são interessantes nos seus aspectos de mudanças no MMA. Enquanto o Cachorro loco foi na base da camaradagem, escolheu praticamente amigos seus e parceiros de treinos. O Vitor que não tem essa de raízes foi ao que tinha de melhor, pegou o melhor treinador de boxe de MMA aqui no Brasil, que tem duas participações no TUF, pegou o melhor professor de Wrestling Rodrigo Artilheiro, trouxe o Francisco Filho o melhor lutador do Brasil no K1, como sempre o Vitor não tem preocupação de acolher os parceiros de treinos, tem o Gilberto Durinho que é considerado pupilo de Vitor, acredito que é uma forma de promover o menino. Já o Wand foi à base da amizade pegou os parceiros da academia de Rafael Cordeiro, pegou só amigos não sei se foi uma boa escolha, claro que não vou comparar os treinadores um por um, mas se fosse acredito que o Vitor começou melhor, agora resta ver as equipes de lutadores.
Ricardo Lemos 10/02/2012 14:48 Charles Charles, a faixa preta ta indo rápido demais mesmo. Mas pelo jeito é só para atleta profissional. Isto deve ser explicado porque a faixa preta dá mais status para o lutador, mais promoção. Então eles já entregam a preta mesmo, o que vai contra a filosofia de arte-marcial do jiu-jitsu. Muitos lutadores não mereciam a faixa preta, mas já a tem. Agora, quando se trata de puro jiu-jitsu, até onde sei, é dureza pegar a faixa preta!!! A não ser que o sensei seja amigo do aluno e esteja observando a evolução dele beem de perto! Numa academia com vários alunos, se destacar para conseguir a faixa-preta demora muitos anos de persistência na arte suave, muitos dedos ralados, orelhas inchadas, litros de suor e muitos, mas muitooosss 3 tapinhas no tatame! OSS
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