Por Guilherme Cruz
Reportagem Samira Bomfim, direto da Califórnia
Foto Eduardo Ferreira
Se no absoluto Gabriel Vella saiu na semifinal, o casca-grossa da Alliance subiu ao lugar mais alto do pódio entre os pesadíssimos. “Foi sem palavras, não tomei nem um ponto. Hoje (domingo) foi um dia bom. Ontem fiz uma luta no peso, hoje mais três no peso e quatro no absoluto, uma verdadeira maratona... Desde que eu voltei, eu já tinha sido campeão faixa-preta em 2002 e, ano passado, eu fui campeão Mundial sem quimono e vice no absoluto”, comemora Vella, que ajudou a Alliance a faturar o tetracampeonato por equipes.
“É uma honra poder estar com tantos campeões, cada um com um jogo diferente. Temos um professor muito capacitado a formar campeões, não só esses atuais como os do passado. Ele foi campeão também, assim como o Jacaré, Alexandre Paiva... Esse é o resultado, eles trabalham duro para isso”, afirmou o campeão, revelando o pulo do gato do time. “Nosso diferencial é ter esse elenco treinando junto, espírito de companheirismo. Quando um está cabisbaixo, um levanta a cabeça do outro. O treinamento pode ser individual, mas, no dia-dia, temos muito suporte”.
Apesar do show no peso, Vella teve problemas no sábado, quando lutou o absoluto. “Já faz dois anos que eu estou de volta, competindo todos os torneios e alcançado pódio e medalha em todos, só que, no nível profissional que está, muitas vezes os detalhes e interpretações dos juízes nos deixam fora de uma medalha de ouro... Mas eu nunca abaixei a cabeça e sempre continuei treinando”, conta o lutador, que teve problemas com o quimono que usaria no Mundial.
“Ontem (sábado) eu tive um dia ruim, porque coisas desagradáveis aconteceram. O cara não aprovou o quimono de competição que eu vinha lutando, sendo que já havia sido aprovado, tanto é que eu lutei. Só que, quando ele secou, ficou um pouco mais duro, aí, por um milímetro, não passou. Eu fiquei aborrecido, porque dependo de apoio, patrocínio”, lamenta o lutador, que ainda se lesionou na última luta. “O dedo quebrou na outra luta, foi um dia ruim...”, finalizou o campeão.

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Cadu
10/02/2012 20:08 |
Drogas
Ae rapaziada, pra quem tiver interesse sobre a questao de doping de drogas consideradas recreativas aqui vai a materia uma: http://waves.terra.com.br/surf/noticia/colunas/tulio-brandao/velha-polemica-de-roupa-nova/51332; ou mesmo uma recente dissertaçao de mestrado: http://igitur-archive.library.uu.nl/student-theses/2011-0628-200548/Scriptie Michel Riemersma.pdf.
Este assunto esta em discussao no surf. A ASP vai iniciar esse ano a pegar a \"danada\" no doping.. Entao ja viu, muita polemica...
abs
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LACRAIA
10/02/2012 17:25 |
MELHORES DO K-1
Ele era baixinho, porém um verdadeiro carne-de-pescoço. Estou falando do MIKE ZAMBIDIS.
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Rafael Soratto Souza
10/02/2012 15:33 |
P/ Wellington.
Otimos seus comentários, assino embaixo.
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juliano ramos pitombo
10/02/2012 14:58 |
Treinadores no TUF Brasil
As equipes escolhidas por Vitor e Wanderley são interessantes nos seus aspectos de mudanças no MMA. Enquanto o Cachorro loco foi na base da camaradagem, escolheu praticamente amigos seus e parceiros de treinos. O Vitor que não tem essa de raízes foi ao que tinha de melhor, pegou o melhor treinador de boxe de MMA aqui no Brasil, que tem duas participações no TUF, pegou o melhor professor de Wrestling Rodrigo Artilheiro, trouxe o Francisco Filho o melhor lutador do Brasil no K1, como sempre o Vitor não tem preocupação de acolher os parceiros de treinos, tem o Gilberto Durinho que é considerado pupilo de Vitor, acredito que é uma forma de promover o menino. Já o Wand foi à base da amizade pegou os parceiros da academia de Rafael Cordeiro, pegou só amigos não sei se foi uma boa escolha, claro que não vou comparar os treinadores um por um, mas se fosse acredito que o Vitor começou melhor, agora resta ver as equipes de lutadores.
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Ricardo Lemos
10/02/2012 14:48 |
Charles
Charles, a faixa preta ta indo rápido demais mesmo. Mas pelo jeito é só para atleta profissional. Isto deve ser explicado porque a faixa preta dá mais status para o lutador, mais promoção. Então eles já entregam a preta mesmo, o que vai contra a filosofia de arte-marcial do jiu-jitsu. Muitos lutadores não mereciam a faixa preta, mas já a tem. Agora, quando se trata de puro jiu-jitsu, até onde sei, é dureza pegar a faixa preta!!! A não ser que o sensei seja amigo do aluno e esteja observando a evolução dele beem de perto! Numa academia com vários alunos, se destacar para conseguir a faixa-preta demora muitos anos de persistência na arte suave, muitos dedos ralados, orelhas inchadas, litros de suor e muitos, mas muitooosss 3 tapinhas no tatame!
OSS
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