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Langhi e o ano perfeito na faixa-preta domingo, 14 de junho de 2009 - 09:42:01

Por Guilherme Cruz

Reportagem Samira Bomfim, direto da Califórnia

Foto Eduardo Ferreira

 

Com apenas dois anos na faixa-preta, o peso leve Michael Langhi já chegou incomodando. Com títulos no Europeu, Pan-Americano e Brasileiro de Jiu-Jitsu, o atleta da Alliance chegou ao Mundial de Jiu-Jitsu com pompa de favorito, e mostrou que não era à toa. “Estou muito feliz, sempre foi um sonho. Esse é o meu segundo ano de faixa-preta e conquistei o Europeu, Pan-Americano, o Brasileiro, agora o Mundial... Acho que, entre os finalistas, eu sou o único que lutou em todos os eventos e que se deu bem, então estou muito feliz”, comemora o faixa-preta, relembrando o caminho que fez rumo ao título.

 

“Ontem (sábado) eu fiz duas lutas onde eu consegui finalizar rapidamente, e hoje (domingo) eu fiz três lutas. Lutei nas quartas com o (Augusto) Tanquinho, um atleta que enfrento pela terceira vez. Ele veio muito bem preparado, acho que tinha estudado o meu jogo... Acho que foi a luta mais dura da competição”, comenta Langhi, que não teve moleza a partir da semifinal. “A semifinal fiz com o Furão (Philipe Della Mônica), que eu tinha lutado o ano passado, e fiz a final contra o Durinho, que eu já havia ganhado quatro vezes anteriormente. São atletas que vêm lutando há bastante tempo, se conhecem e às vezes é difícil a gente se expor, porque todo mundo conhece o jogo do outro”.

 

Faturando o ouro entre os leves, Langhi ajudou, ainda, a Alliance a levar para casa o quarto troféu de campeã por equipes. “O fator determinante para isso, além da união da equipe, é a liderança do Fábio Gurgel no Brasil e do Jacaré nos Estados Unidos. Tem muitas equipes que eram para estar entre as melhores do mundo, mas acho que tem muito cacique para pouco índio, e na Alliance não tem isso. O que eles falam está falado, a liderança é o que faz a gente estar crescendo. Claro que temos muito a melhorar, mas estamos no caminho”, finalizou o campeão.


Confira a cobertura do Mundial 2009
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Cadu 10/02/2012 20:08 Drogas Ae rapaziada, pra quem tiver interesse sobre a questao de doping de drogas consideradas recreativas aqui vai a materia uma: http://waves.terra.com.br/surf/noticia/colunas/tulio-brandao/velha-polemica-de-roupa-nova/51332; ou mesmo uma recente dissertaçao de mestrado: http://igitur-archive.library.uu.nl/student-theses/2011-0628-200548/Scriptie Michel Riemersma.pdf. Este assunto esta em discussao no surf. A ASP vai iniciar esse ano a pegar a \"danada\" no doping.. Entao ja viu, muita polemica... abs
LACRAIA 10/02/2012 17:25 MELHORES DO K-1 Ele era baixinho, porém um verdadeiro carne-de-pescoço. Estou falando do MIKE ZAMBIDIS.
Rafael Soratto Souza 10/02/2012 15:33 P/ Wellington. Otimos seus comentários, assino embaixo.
juliano ramos pitombo 10/02/2012 14:58 Treinadores no TUF Brasil As equipes escolhidas por Vitor e Wanderley são interessantes nos seus aspectos de mudanças no MMA. Enquanto o Cachorro loco foi na base da camaradagem, escolheu praticamente amigos seus e parceiros de treinos. O Vitor que não tem essa de raízes foi ao que tinha de melhor, pegou o melhor treinador de boxe de MMA aqui no Brasil, que tem duas participações no TUF, pegou o melhor professor de Wrestling Rodrigo Artilheiro, trouxe o Francisco Filho o melhor lutador do Brasil no K1, como sempre o Vitor não tem preocupação de acolher os parceiros de treinos, tem o Gilberto Durinho que é considerado pupilo de Vitor, acredito que é uma forma de promover o menino. Já o Wand foi à base da amizade pegou os parceiros da academia de Rafael Cordeiro, pegou só amigos não sei se foi uma boa escolha, claro que não vou comparar os treinadores um por um, mas se fosse acredito que o Vitor começou melhor, agora resta ver as equipes de lutadores.
Ricardo Lemos 10/02/2012 14:48 Charles Charles, a faixa preta ta indo rápido demais mesmo. Mas pelo jeito é só para atleta profissional. Isto deve ser explicado porque a faixa preta dá mais status para o lutador, mais promoção. Então eles já entregam a preta mesmo, o que vai contra a filosofia de arte-marcial do jiu-jitsu. Muitos lutadores não mereciam a faixa preta, mas já a tem. Agora, quando se trata de puro jiu-jitsu, até onde sei, é dureza pegar a faixa preta!!! A não ser que o sensei seja amigo do aluno e esteja observando a evolução dele beem de perto! Numa academia com vários alunos, se destacar para conseguir a faixa-preta demora muitos anos de persistência na arte suave, muitos dedos ralados, orelhas inchadas, litros de suor e muitos, mas muitooosss 3 tapinhas no tatame! OSS
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