Fotos arquivo pessoal
O paulista Danilo Zanolini, de 29 anos, começou a lutar Caratê aos nove anos, mas foi com o KickBoxing que ele chegou ao seu maior sonho: lutar no K-1. De contrato assinado com o maior evento de trocação do mundo, Danilo conversou com a TATAME sobre as expectativas para a estreia contra o japonês Yuki Komiya. “Lutar o K-1 é tudo. Estou treinando muito para essa estreia, vou fazer o possível e dar o melhor de mim e fazer uma boa luta e trazer a vitória”, afirmou o casca-grossa, no bate-papo exclusivo que você confere abaixo.
Como recebeu a notícia da convocação do K-1?
Em 2009, tive grandes vitórias. Venci o campeão japonês do K-2, Kinji. Logo depois, venci o campeão mundial de Muay Thai (WMF) Shingo Garyu. Aí, a equipe do K-1 casou uma luta para poder me avaliar. Lutei no HEAT 12 contra o coreano Doo Sunk, lutador do K-1 World Max. A luta foi muito boa e emocionante, foi decidida no quarto round, aonde consegui aplicar um knockdown com um chute na cabeça. Logo após a vitoria, o empresário fundador do K-1 Ishi Kancho, que estava assistindo a luta, veio ao vestiário me dar os parabéns e me convidou para fazer uma estreia no K-1 março. Fiquei muito emocionado, pois é meu sonho lutar no K-1.
Qual a expectativa para a estreia no K-1?
Lutar o K-1 é tudo. Estou treinando muito para essa estreia, vou fazer o possível e dar o melhor de mim e fazer uma boa luta e trazer a vitória. Meu adversário é o japonês Yuki Komiya, ele foi campeão do RISE aqui no Japão. Ele é um lutador muito bom, vai ser um grande combate.
O Brasil nunca teve um representante de expressão entre os leves. Você espera ser este cara?
Tem muitos lutadores bons no Brasil, mas não têm a oportunidade de entrar no K-1. Com essa oportunidade, não vou desperdiçar. É meu sonho, vou lutar com todas as minhas forças. Estou treinando muito para conquistar a vitória no dia 27 e permanecer no K-1. Espero ser esse brasileiro de ponta no K-1.
Qual a modalidade você pratica? Quais são os seus títulos?
Pratico KickBoxing. Em lutas profissionais no Japão, tenho 21 lutas, 16 vitórias e cinco derrotas. Minhas principais vitórias foram no K-1 Tryout, de 2007 e 2008, e no Heat 11 e 12. Ainda não tenho cinturão, mas vou disputar o meu primeiro agora em março, dia 14, no Heat 13, contra o tailandês Fapi Card, aqui no Japão.
Desde quando você treina?
Comecei a treinar Caratê aos nove anos de idade. Entre 12 e 15, pratiquei KickBoxing e não parei mais. Comecei a dar aulas em academias aqui no Japão em 2004 e, em 2008, abri a minha própria academia, que se chama Brazilian Thai, aonde treinam japoneses e brasileiros.
Quem é o seu ídolo no K-1?
Sou fã de todos os lutadores do K-1, para chegar lá não é fácil, mas, se fosse para escolher um, escolheria Masato e Andy Hug.
Onde você nasceu? Há quanto tempo mora no Japão?
Nasci em São Bernardo do Campo, São Paulo, e estou no Japão desde 1999.
Quais são os seus objetivos na carreira?
Até agora era lutar no K-1, mas agora que consegui quero ganhar, ser um lutador de ponta do K-1 e conquistar o cinturão do K-1 World Max.

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Cadu
10/02/2012 20:08 |
Drogas
Ae rapaziada, pra quem tiver interesse sobre a questao de doping de drogas consideradas recreativas aqui vai a materia uma: http://waves.terra.com.br/surf/noticia/colunas/tulio-brandao/velha-polemica-de-roupa-nova/51332; ou mesmo uma recente dissertaçao de mestrado: http://igitur-archive.library.uu.nl/student-theses/2011-0628-200548/Scriptie Michel Riemersma.pdf.
Este assunto esta em discussao no surf. A ASP vai iniciar esse ano a pegar a \"danada\" no doping.. Entao ja viu, muita polemica...
abs
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LACRAIA
10/02/2012 17:25 |
MELHORES DO K-1
Ele era baixinho, porém um verdadeiro carne-de-pescoço. Estou falando do MIKE ZAMBIDIS.
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Rafael Soratto Souza
10/02/2012 15:33 |
P/ Wellington.
Otimos seus comentários, assino embaixo.
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juliano ramos pitombo
10/02/2012 14:58 |
Treinadores no TUF Brasil
As equipes escolhidas por Vitor e Wanderley são interessantes nos seus aspectos de mudanças no MMA. Enquanto o Cachorro loco foi na base da camaradagem, escolheu praticamente amigos seus e parceiros de treinos. O Vitor que não tem essa de raízes foi ao que tinha de melhor, pegou o melhor treinador de boxe de MMA aqui no Brasil, que tem duas participações no TUF, pegou o melhor professor de Wrestling Rodrigo Artilheiro, trouxe o Francisco Filho o melhor lutador do Brasil no K1, como sempre o Vitor não tem preocupação de acolher os parceiros de treinos, tem o Gilberto Durinho que é considerado pupilo de Vitor, acredito que é uma forma de promover o menino. Já o Wand foi à base da amizade pegou os parceiros da academia de Rafael Cordeiro, pegou só amigos não sei se foi uma boa escolha, claro que não vou comparar os treinadores um por um, mas se fosse acredito que o Vitor começou melhor, agora resta ver as equipes de lutadores.
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Ricardo Lemos
10/02/2012 14:48 |
Charles
Charles, a faixa preta ta indo rápido demais mesmo. Mas pelo jeito é só para atleta profissional. Isto deve ser explicado porque a faixa preta dá mais status para o lutador, mais promoção. Então eles já entregam a preta mesmo, o que vai contra a filosofia de arte-marcial do jiu-jitsu. Muitos lutadores não mereciam a faixa preta, mas já a tem. Agora, quando se trata de puro jiu-jitsu, até onde sei, é dureza pegar a faixa preta!!! A não ser que o sensei seja amigo do aluno e esteja observando a evolução dele beem de perto! Numa academia com vários alunos, se destacar para conseguir a faixa-preta demora muitos anos de persistência na arte suave, muitos dedos ralados, orelhas inchadas, litros de suor e muitos, mas muitooosss 3 tapinhas no tatame!
OSS
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