Foto Marcelo Alonso
Acontece nos dias 13 e 14 de março a seletiva de Gramado para o Abu Dhabi World Professional Jiu-Jitsu Cup e, nesta quarta-feira, abriram as inscrições para a seletiva do Rio de Janeiro. Um cuidado especial de Fernando Paradeda para a realização de um bom evento é com a arbitragem.
Para os mais leigos, pode até ser um quesito que passe batido, mas a organização acredita ser uma função fundamental para a qualidade do evento. Quem fala sobre o assunto é o diretor de arbitragem das Seletivas Sul-Americanas Muzio De Angelis. “É um cuidado essencial para a competição. Numa luta muito parelha, errar uma punição, por exemplo, faz um cara ser campeão ou não. Uma pessoa que não tem experiência com isso pode se complicar e atrapalhar a vida do atleta”, declara. Sendo assim, com a liberação da IBJJF, as seletivas contarão com um time de ponta para conduzir os combates.
“O Fernando Paradeda teve essa preocupação com a arbitragem desde o ano passado. Vamos para Gramado eu e o Augusto Tanquinho e lá dirigiremos a arbitragem. Utilizaremos os melhores árbitros da região Sul. Ano passado fizemos isso e deu tudo certo, mas sempre haverá lutas polêmicas, não tem jeito. No Rio, provavelmente nem arbitrarei, porque estaremos com o time de juízes mais experiente da IBJJF, com o Tanquinho novamente, o Alvaro Bobadilla, Kabelinho, Russo, Serginho da GFTeam, Luciano Pirulito e Arthur Gogó, entre outros. Ou seja, árbitros de muita experiência”, conta Muzio.
Há algumas diferenças nas regras das seletivas e do Abu Dhabi World Professional Jiu-Jitsu Cup. Muzio comenta o que isso acarreta na arbitragem. “Muda sim, é uma outra luta. Primeiro porque lutam juntos atletas da faixa-roxa, marrom e preta. Além disso, o tempo é de 6 minutos. O combate fica muito dinâmico, o jogo tem que ser acelerado e não pode parar. Se o cara parar, temos que punir logo para o combate correr. É uma luta diferente”, finaliza. Para maiores informações sobre o evento, acesse www.abudhabipro.com.br.

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Cadu
10/02/2012 20:08 |
Drogas
Ae rapaziada, pra quem tiver interesse sobre a questao de doping de drogas consideradas recreativas aqui vai a materia uma: http://waves.terra.com.br/surf/noticia/colunas/tulio-brandao/velha-polemica-de-roupa-nova/51332; ou mesmo uma recente dissertaçao de mestrado: http://igitur-archive.library.uu.nl/student-theses/2011-0628-200548/Scriptie Michel Riemersma.pdf.
Este assunto esta em discussao no surf. A ASP vai iniciar esse ano a pegar a \"danada\" no doping.. Entao ja viu, muita polemica...
abs
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LACRAIA
10/02/2012 17:25 |
MELHORES DO K-1
Ele era baixinho, porém um verdadeiro carne-de-pescoço. Estou falando do MIKE ZAMBIDIS.
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Rafael Soratto Souza
10/02/2012 15:33 |
P/ Wellington.
Otimos seus comentários, assino embaixo.
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juliano ramos pitombo
10/02/2012 14:58 |
Treinadores no TUF Brasil
As equipes escolhidas por Vitor e Wanderley são interessantes nos seus aspectos de mudanças no MMA. Enquanto o Cachorro loco foi na base da camaradagem, escolheu praticamente amigos seus e parceiros de treinos. O Vitor que não tem essa de raízes foi ao que tinha de melhor, pegou o melhor treinador de boxe de MMA aqui no Brasil, que tem duas participações no TUF, pegou o melhor professor de Wrestling Rodrigo Artilheiro, trouxe o Francisco Filho o melhor lutador do Brasil no K1, como sempre o Vitor não tem preocupação de acolher os parceiros de treinos, tem o Gilberto Durinho que é considerado pupilo de Vitor, acredito que é uma forma de promover o menino. Já o Wand foi à base da amizade pegou os parceiros da academia de Rafael Cordeiro, pegou só amigos não sei se foi uma boa escolha, claro que não vou comparar os treinadores um por um, mas se fosse acredito que o Vitor começou melhor, agora resta ver as equipes de lutadores.
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Ricardo Lemos
10/02/2012 14:48 |
Charles
Charles, a faixa preta ta indo rápido demais mesmo. Mas pelo jeito é só para atleta profissional. Isto deve ser explicado porque a faixa preta dá mais status para o lutador, mais promoção. Então eles já entregam a preta mesmo, o que vai contra a filosofia de arte-marcial do jiu-jitsu. Muitos lutadores não mereciam a faixa preta, mas já a tem. Agora, quando se trata de puro jiu-jitsu, até onde sei, é dureza pegar a faixa preta!!! A não ser que o sensei seja amigo do aluno e esteja observando a evolução dele beem de perto! Numa academia com vários alunos, se destacar para conseguir a faixa-preta demora muitos anos de persistência na arte suave, muitos dedos ralados, orelhas inchadas, litros de suor e muitos, mas muitooosss 3 tapinhas no tatame!
OSS
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