Foto Josh Hedges
Apontado como o dono de uma das trocações mais afiadas entre os pesos pesados na atualidade, Junior “Cigano” dos Santos afasta o rótulo mesmo após nocautear todos os adversários que enfrentou no UFC.
"Eu ainda sou um bebê no Boxe, com apenas quatro anos de prática. A única coisa que não lembro são as incontáveis vezes que lutei boxe na Bahia, mas isso é só porque eu não contava naquela época", disse o casca-grossa, em entrevista ao site oficial do UFC. Neste domingo, o pupilo dos irmãos Nogueira encara o faixa-preta Gabriel “Napão”, e se diz pronto.
"Eu acho que meu chão é bom, se você quer saber. Eu treino com grandes caras nos EUA e eu estou sempre aprendendo. Essa luta será um teste para mim; eu tenho a chance de surpreender a todos, pois acredito que o Napão tentará me derrubar. Desenvolvi algumas posições secretas e se eu tiver oportunidade, vou finalizar", garante.
Falando sobre sua primeira luta no octagon, ele revela que Fabrício Werdum o provocou antes do confronto. "Quando o Werdum disse que lutaria comigo e com o Brock Lesnar na mesma noite ele estava me subestimando. Ele não me cumprimentou quando estávamos no mesmo hotel e quando eu tentei apertar sua mão na pesagem, ele me evitou. Depois disso pensei que nunca deveria tentar apertar sua mão novamente (risos)”, relembra.
Na hora da luta, Cigano conta que foi provocado mais uma vez. “Ele tentou me pressionar por conta da minha estreia, e naquele momento eu percebi que quando sou desafiado luto melhor. Werdum veio na minha direção, socando a sua mão, e disse, 'Vai tomar um pau'. Ninguém viu. Ele fez isso e eu disse, 'Então venha', e voltei para o corner furioso, mas com um sorriso no rosto. E eu senti que quando é dessa forma, luto melhor", conta.
"Contra o Cro Cop disseram, 'Se o Cigano ficar de pé, ele será nocauteado'”, revela. “Então vamos testar se eu realmente ficarei inconsciente (risos). Eu acredito muito no meu jogo em pé, no meu Boxe e como meu parceiro de treinos, Fabio Maldonado, me disse uma vez, 'Cigano, quando você olha nos olhos do seu oponente, ele não vai te acertar. Você é rápido e forte, deixe ele saber que você é melhor'. Eu acredito nisso e vou para o nocaute em todas as minhas lutas; talvez eu não consiga fazer sempre, mas é meu objetivo", finalizou.
O combate entre os brasileiros Cigano e Napão acontece neste domingo e terá cobertura em tempo real da TATAME. Fique ligado!

Quer deixar seu comentário? Faça login ou cadastre-se!
As mensagens e comentários publicados neste mural não refletem a opinião da revista, cabendo aos autores a responsabilidade pelas mesmas. Em caso de dúvida, entre em contato com a redação através do email: revista@tatame.com.br.
|
| |
|
|
|
Cadu
10/02/2012 20:08 |
Drogas
Ae rapaziada, pra quem tiver interesse sobre a questao de doping de drogas consideradas recreativas aqui vai a materia uma: http://waves.terra.com.br/surf/noticia/colunas/tulio-brandao/velha-polemica-de-roupa-nova/51332; ou mesmo uma recente dissertaçao de mestrado: http://igitur-archive.library.uu.nl/student-theses/2011-0628-200548/Scriptie Michel Riemersma.pdf.
Este assunto esta em discussao no surf. A ASP vai iniciar esse ano a pegar a \"danada\" no doping.. Entao ja viu, muita polemica...
abs
|
|
LACRAIA
10/02/2012 17:25 |
MELHORES DO K-1
Ele era baixinho, porém um verdadeiro carne-de-pescoço. Estou falando do MIKE ZAMBIDIS.
|
|
Rafael Soratto Souza
10/02/2012 15:33 |
P/ Wellington.
Otimos seus comentários, assino embaixo.
|
|
juliano ramos pitombo
10/02/2012 14:58 |
Treinadores no TUF Brasil
As equipes escolhidas por Vitor e Wanderley são interessantes nos seus aspectos de mudanças no MMA. Enquanto o Cachorro loco foi na base da camaradagem, escolheu praticamente amigos seus e parceiros de treinos. O Vitor que não tem essa de raízes foi ao que tinha de melhor, pegou o melhor treinador de boxe de MMA aqui no Brasil, que tem duas participações no TUF, pegou o melhor professor de Wrestling Rodrigo Artilheiro, trouxe o Francisco Filho o melhor lutador do Brasil no K1, como sempre o Vitor não tem preocupação de acolher os parceiros de treinos, tem o Gilberto Durinho que é considerado pupilo de Vitor, acredito que é uma forma de promover o menino. Já o Wand foi à base da amizade pegou os parceiros da academia de Rafael Cordeiro, pegou só amigos não sei se foi uma boa escolha, claro que não vou comparar os treinadores um por um, mas se fosse acredito que o Vitor começou melhor, agora resta ver as equipes de lutadores.
|
|
Ricardo Lemos
10/02/2012 14:48 |
Charles
Charles, a faixa preta ta indo rápido demais mesmo. Mas pelo jeito é só para atleta profissional. Isto deve ser explicado porque a faixa preta dá mais status para o lutador, mais promoção. Então eles já entregam a preta mesmo, o que vai contra a filosofia de arte-marcial do jiu-jitsu. Muitos lutadores não mereciam a faixa preta, mas já a tem. Agora, quando se trata de puro jiu-jitsu, até onde sei, é dureza pegar a faixa preta!!! A não ser que o sensei seja amigo do aluno e esteja observando a evolução dele beem de perto! Numa academia com vários alunos, se destacar para conseguir a faixa-preta demora muitos anos de persistência na arte suave, muitos dedos ralados, orelhas inchadas, litros de suor e muitos, mas muitooosss 3 tapinhas no tatame!
OSS
|
| veja mais comentários |