Por Eduardo Ferreira
Foto Josh Hedges
Thales Leites foi dispensado do UFC, mas o que não faltou foi proposta de trabalho. Desde a demissão no final de 2009, o faixa-preta da Nova União já subiu ao ringue três vezes e sai com a vitória em todas elas. No próximo dia 14 de agosto, Thales está escalado para lutar no War on the Mayland, onde disputará o cinturão até 84kg contra o Falaniko Vitale. “Se vencer será a minha quarta vitória desde que sai do UFC. Não estou preocupado agora se vou voltar ou não para o Ultimate, pois por enquanto as coisas estão acontecendo bem pra mim. No início fiquei chateado, mas isso me fez ficar mais maduro”, disse Thales, que deve assinar também um contrato de três lutas com o evento canadense MFC, onde já lutou duas vezes.
“O MFC quer assinar mais três lutas comigo, estou amarradão de lutar nos Estados Unidos e no Canadá. Agora acredito que a próxima luta no MFC seja pelo cinturão também”, revelou. Enquanto seus empresários se preocupam em fechar suas lutas, Thales foca totalemente em seu treinamento. Além de contar com os companheiros de equipe da Nova União, o casca-grossa vem buscando treinos com sparrings mais pesados na academia Delfim.
“O treinamento está bom, estou na Delfim com o Pedro Rizzo, Glover Teixeira e o Vitor Miranda. Tenho ido treinar na Nova União também, estou treinando toda semana na Delfim e na Nova União. Estou me sentindo muito bem, na minha última luta já havia feito isso. Na Delfim treino mais a parte em pé, tem muito especialista de trocação lá. Os caras são mais pesados, coisa que nunca tinha acontecido, eu sempre fui o mais pesado na Nova União e lá eu sou o mais leve, o que ajuda também na parte de aplicar e defender quedas”, explicou Thales, que quer testar o que vem treinando nesta luta contra Vitale.
“Vou chegar lá e sair na mão (risos). Tudo depende de como vai se desenrolar a luta, mas pra onde for estou preparado. Vamos ver qual vai ser. A ocasião vai mostrar para aonde a luta vai. Se a luta for em pé vai ser bom também, seria um bom momento para testar o meu treinamento”, encerrou.

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Cadu
10/02/2012 20:08 |
Drogas
Ae rapaziada, pra quem tiver interesse sobre a questao de doping de drogas consideradas recreativas aqui vai a materia uma: http://waves.terra.com.br/surf/noticia/colunas/tulio-brandao/velha-polemica-de-roupa-nova/51332; ou mesmo uma recente dissertaçao de mestrado: http://igitur-archive.library.uu.nl/student-theses/2011-0628-200548/Scriptie Michel Riemersma.pdf.
Este assunto esta em discussao no surf. A ASP vai iniciar esse ano a pegar a \"danada\" no doping.. Entao ja viu, muita polemica...
abs
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LACRAIA
10/02/2012 17:25 |
MELHORES DO K-1
Ele era baixinho, porém um verdadeiro carne-de-pescoço. Estou falando do MIKE ZAMBIDIS.
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Rafael Soratto Souza
10/02/2012 15:33 |
P/ Wellington.
Otimos seus comentários, assino embaixo.
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juliano ramos pitombo
10/02/2012 14:58 |
Treinadores no TUF Brasil
As equipes escolhidas por Vitor e Wanderley são interessantes nos seus aspectos de mudanças no MMA. Enquanto o Cachorro loco foi na base da camaradagem, escolheu praticamente amigos seus e parceiros de treinos. O Vitor que não tem essa de raízes foi ao que tinha de melhor, pegou o melhor treinador de boxe de MMA aqui no Brasil, que tem duas participações no TUF, pegou o melhor professor de Wrestling Rodrigo Artilheiro, trouxe o Francisco Filho o melhor lutador do Brasil no K1, como sempre o Vitor não tem preocupação de acolher os parceiros de treinos, tem o Gilberto Durinho que é considerado pupilo de Vitor, acredito que é uma forma de promover o menino. Já o Wand foi à base da amizade pegou os parceiros da academia de Rafael Cordeiro, pegou só amigos não sei se foi uma boa escolha, claro que não vou comparar os treinadores um por um, mas se fosse acredito que o Vitor começou melhor, agora resta ver as equipes de lutadores.
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Ricardo Lemos
10/02/2012 14:48 |
Charles
Charles, a faixa preta ta indo rápido demais mesmo. Mas pelo jeito é só para atleta profissional. Isto deve ser explicado porque a faixa preta dá mais status para o lutador, mais promoção. Então eles já entregam a preta mesmo, o que vai contra a filosofia de arte-marcial do jiu-jitsu. Muitos lutadores não mereciam a faixa preta, mas já a tem. Agora, quando se trata de puro jiu-jitsu, até onde sei, é dureza pegar a faixa preta!!! A não ser que o sensei seja amigo do aluno e esteja observando a evolução dele beem de perto! Numa academia com vários alunos, se destacar para conseguir a faixa-preta demora muitos anos de persistência na arte suave, muitos dedos ralados, orelhas inchadas, litros de suor e muitos, mas muitooosss 3 tapinhas no tatame!
OSS
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