Foto Eduardo Ferreira
Um dos pesos pesados brasileiros que mais brilhou no octagon do UFC, Pedro Rizzo vem acumulando vitórias em outras organizações. Com três triunfos consecutivos, o striker se prepara para enfrentar Tim Sylvia, ex-campeão do Ultimate, e conversou sobre o duelo com a repórter Karyn Bryant, parceira da TATAME nos Estados Unidos.
“Já estou empolgado. A gente já deveria ter se enfrentado há muito tempo, mas chegou a hora. Não sei quando será, mas estarei pronto para o próximo show”, afirmou Pedrão, ciente das dificuldades que o gigante americano pode oferecer. “Vou trabalhar muito duro, ele será um grande desafio para mim. Ele é alto, pesado, mas vou trabalhar muito para batê-lo”.
Acompanhando de perto a vitória de Sylvia sobre o ex-UFC Paul Buentello no War on the Mainland, evento que aconteceu no último sábado na Califórnia, Estados Unidos, o brasileiro elogiou a performance de Tim, que conquistou sua terceira vitória consecutiva, sendo todas por nocaute.
“Ele mostrou muitas coisas boas, ele chutou bem no corpo, jogou cotoveladas e joelhadas... Ele tem poder de nocaute, tenho que tomar cuidado com isso, mas já estou no circuito há muito tempo, passei por muitas batalhas”, afirmou Rizzo, brincando sobre a possível estratégia. “Vou tentar me defender e bater nele... É uma boa estratégia (risos)”.
Apesar da felicidade por manter um bom ritmo de lutas, Pedro Rizzo lamentou a derrota de Thales Leites, companheiro de equipe que acabou finalizado por Matt Horwich na mesma noite, luta válida pelo cinturão dos pesos médios. Pedro, que estava no córner do faixa-preta, comentou os problemas que Thales passou para bater os 84kg da categoria.
“Ele treinou bem, mas perdeu muito peso e não conseguiu recuperar. Eu achei que o Thales estava nervoso, mas não posso culpá-lo. O treinei para essa luta e fiquei triste, fiz tudo o que podia para ajudá-lo, mas esse é o nosso esporte. Agora precisamos voltar para a academia e ver o que podemos fazer”, disse Rizzo, no bate-papo que você confere abaixo.

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Cadu
10/02/2012 20:08 |
Drogas
Ae rapaziada, pra quem tiver interesse sobre a questao de doping de drogas consideradas recreativas aqui vai a materia uma: http://waves.terra.com.br/surf/noticia/colunas/tulio-brandao/velha-polemica-de-roupa-nova/51332; ou mesmo uma recente dissertaçao de mestrado: http://igitur-archive.library.uu.nl/student-theses/2011-0628-200548/Scriptie Michel Riemersma.pdf.
Este assunto esta em discussao no surf. A ASP vai iniciar esse ano a pegar a \"danada\" no doping.. Entao ja viu, muita polemica...
abs
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LACRAIA
10/02/2012 17:25 |
MELHORES DO K-1
Ele era baixinho, porém um verdadeiro carne-de-pescoço. Estou falando do MIKE ZAMBIDIS.
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Rafael Soratto Souza
10/02/2012 15:33 |
P/ Wellington.
Otimos seus comentários, assino embaixo.
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juliano ramos pitombo
10/02/2012 14:58 |
Treinadores no TUF Brasil
As equipes escolhidas por Vitor e Wanderley são interessantes nos seus aspectos de mudanças no MMA. Enquanto o Cachorro loco foi na base da camaradagem, escolheu praticamente amigos seus e parceiros de treinos. O Vitor que não tem essa de raízes foi ao que tinha de melhor, pegou o melhor treinador de boxe de MMA aqui no Brasil, que tem duas participações no TUF, pegou o melhor professor de Wrestling Rodrigo Artilheiro, trouxe o Francisco Filho o melhor lutador do Brasil no K1, como sempre o Vitor não tem preocupação de acolher os parceiros de treinos, tem o Gilberto Durinho que é considerado pupilo de Vitor, acredito que é uma forma de promover o menino. Já o Wand foi à base da amizade pegou os parceiros da academia de Rafael Cordeiro, pegou só amigos não sei se foi uma boa escolha, claro que não vou comparar os treinadores um por um, mas se fosse acredito que o Vitor começou melhor, agora resta ver as equipes de lutadores.
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Ricardo Lemos
10/02/2012 14:48 |
Charles
Charles, a faixa preta ta indo rápido demais mesmo. Mas pelo jeito é só para atleta profissional. Isto deve ser explicado porque a faixa preta dá mais status para o lutador, mais promoção. Então eles já entregam a preta mesmo, o que vai contra a filosofia de arte-marcial do jiu-jitsu. Muitos lutadores não mereciam a faixa preta, mas já a tem. Agora, quando se trata de puro jiu-jitsu, até onde sei, é dureza pegar a faixa preta!!! A não ser que o sensei seja amigo do aluno e esteja observando a evolução dele beem de perto! Numa academia com vários alunos, se destacar para conseguir a faixa-preta demora muitos anos de persistência na arte suave, muitos dedos ralados, orelhas inchadas, litros de suor e muitos, mas muitooosss 3 tapinhas no tatame!
OSS
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