Por Guilherme Cruz
Foto Josh Hedges
Sem lutar desde setembro de 2009, Roan Jucão entrará no ringue novamente no dia 16 de outubro, data em que disputa a primeira fase do GP da Glory, na Holanda. Em conversa com a TATAME, o ex-lutador do UFC garantiu estar pronto para as batalhas. “Graças a Deus estou treinando bem, me sentindo cada vez mais maduro e feliz com essa oportunidade, lutar em um evento dessa magnitude”, disse, empolgado com o nível dos adversários. “Só tem nome forte. Não escolho adversário, pode vir quem o evento quiser. Essa é a oportunidade que eu estava esperando para me colocar nas cabeças da categoria de novo”, garante, falando sobre os treinos e um possível retorno ao UFC.
Como está a expectativa para esse GP?
É a melhor possível, estou amarradão. Graças a Deus estou treinando bem, me sentindo cada vez mais maduro e feliz com essa oportunidade, lutar em um evento dessa magnitude. Só lutei um GP na minha vida, na Inglaterra, mas foram as três lutas na mesma noite (em 2006, Jucão venceu duas lutas e parou na final contra Leonardo Lúcio).
O que você está achando dos nomes confirmados no torneio?
Só tem nome forte... O Siyar Bahadurzada, campeão mundial do Shooto, o Luis Beição também, o Nick Thompson, o Sergey Golyaev, que ganhou do Takanori Gomi... Estão faltando alguns nomes ainda, mas só tem gente forte. Estou feliz da vida de ter esses nomes todos pela frente. Não escolho adversário, pode vir quem o evento quiser. Essa é a oportunidade que eu estava esperando para me colocar nas cabeças da categoria de novo.
Você tem a vontade de voltar ao UFC?
Lógico que o Ultimate é o melhor evento do mundo, já lutei lá, mas na minha última luta todo mundo sabe que fui prejudicado. Ganhei do Ryo Chonan e na minha cabeça é isso que vale. Mas essa não é a minha expectativa. Se tiver que acontecer, vai, mas não é uma coisa que eu almejo. O que eu estou querendo é lutar esse evento e ganhar esse cinturão sem deixar dúvidas. Tem outras organizações fortes, como o Strikeforce e até mesmo o Glory, que está fazendo esse GP espetacular. Eu quero estar feliz, lutando onde quer que seja, e sempre lutando com os melhores.
Você acha que o fato de não lutar desde setembro de 2009 pode te prejudicar?
Em hipótese alguma. Estou treinando direto. Ajudei o (Thiago) Pitbull para a última luta dele, e na academia é uma luta mesmo. Estou no ritmo, sem lesão nenhuma, o que é importante... Isso não vai me atrapalhar em nada, não.

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Cadu
10/02/2012 20:08 |
Drogas
Ae rapaziada, pra quem tiver interesse sobre a questao de doping de drogas consideradas recreativas aqui vai a materia uma: http://waves.terra.com.br/surf/noticia/colunas/tulio-brandao/velha-polemica-de-roupa-nova/51332; ou mesmo uma recente dissertaçao de mestrado: http://igitur-archive.library.uu.nl/student-theses/2011-0628-200548/Scriptie Michel Riemersma.pdf.
Este assunto esta em discussao no surf. A ASP vai iniciar esse ano a pegar a \"danada\" no doping.. Entao ja viu, muita polemica...
abs
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LACRAIA
10/02/2012 17:25 |
MELHORES DO K-1
Ele era baixinho, porém um verdadeiro carne-de-pescoço. Estou falando do MIKE ZAMBIDIS.
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Rafael Soratto Souza
10/02/2012 15:33 |
P/ Wellington.
Otimos seus comentários, assino embaixo.
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juliano ramos pitombo
10/02/2012 14:58 |
Treinadores no TUF Brasil
As equipes escolhidas por Vitor e Wanderley são interessantes nos seus aspectos de mudanças no MMA. Enquanto o Cachorro loco foi na base da camaradagem, escolheu praticamente amigos seus e parceiros de treinos. O Vitor que não tem essa de raízes foi ao que tinha de melhor, pegou o melhor treinador de boxe de MMA aqui no Brasil, que tem duas participações no TUF, pegou o melhor professor de Wrestling Rodrigo Artilheiro, trouxe o Francisco Filho o melhor lutador do Brasil no K1, como sempre o Vitor não tem preocupação de acolher os parceiros de treinos, tem o Gilberto Durinho que é considerado pupilo de Vitor, acredito que é uma forma de promover o menino. Já o Wand foi à base da amizade pegou os parceiros da academia de Rafael Cordeiro, pegou só amigos não sei se foi uma boa escolha, claro que não vou comparar os treinadores um por um, mas se fosse acredito que o Vitor começou melhor, agora resta ver as equipes de lutadores.
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Ricardo Lemos
10/02/2012 14:48 |
Charles
Charles, a faixa preta ta indo rápido demais mesmo. Mas pelo jeito é só para atleta profissional. Isto deve ser explicado porque a faixa preta dá mais status para o lutador, mais promoção. Então eles já entregam a preta mesmo, o que vai contra a filosofia de arte-marcial do jiu-jitsu. Muitos lutadores não mereciam a faixa preta, mas já a tem. Agora, quando se trata de puro jiu-jitsu, até onde sei, é dureza pegar a faixa preta!!! A não ser que o sensei seja amigo do aluno e esteja observando a evolução dele beem de perto! Numa academia com vários alunos, se destacar para conseguir a faixa-preta demora muitos anos de persistência na arte suave, muitos dedos ralados, orelhas inchadas, litros de suor e muitos, mas muitooosss 3 tapinhas no tatame!
OSS
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