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Forrest Griffin sexta-feira, 17 de junho de 2011 - 11:56:01 Por Guilherme Cruz

Forrest Griffin ganhou fama nos Estados Unidos ao vencer a primeira temporada do reality show The Ultimate Fighter, e a vitória sobre Maurício Shogun, campeão do Pride, o catapultou ao posto de ídolo nacional. Escalado para enfrentar o brasileiro novamente no UFC Rio, evento que acontece no dia 27 de agosto, Griffin conversou com a TATAME e disse que o que lhe motiva contra Shogun. “Eu preciso provar que a primeira luta não foi sorte, provar que ainda sou relevante”, disse o ex-campeão, garantindo que não pensa mais em título. “É uma longa história... É como subir uma montanha. Você olha para cima e é alto demais, olha para baixo e vê que a queda é muito grande, então só penso em dar um passo de cada vez”. Confira abaixo a entrevista exclusiva

 

Bem vindo ao Brasil. O que achou do Rio de Janeiro?

 

Eu gostei muito. O café é ótimo, a comida é ótima... Só vai ser difícil bater o peso aqui (risos), mas gostei muito, as pessoas ficam passeando pela praia, é lindo.

 

Você já lutou no Brasil antes. O que espera de lutar novamente aqui?

 

Vai ser um pouco mais difícil dessa vez (risos), mas é bom, eu gosto. É difícil se preparar e viajar, mas vou lutar o melhor possível.

 

Como está o treino para a luta?

 

É, está bem...

 

Está fazendo algo de diferente em relação aos treinos para as lutas anteriores?

 

Sim, estou tentando mudar... Estou me preparando para o Shogun, um cara agressivo que parte para cima. Quero ficar em forma, mais leve e rápido.

 

Você está com uma boa sequência de vitórias. Acredita que, vencendo o Shogun, você fica mais perto de uma nova chance pelo título?

 

Eu não sei, eu não me importo...

 

Você não pensa mais nisso?

 

Eu só quero batê-lo...

 

Porque você não está mais focado no cinturão?

 

É uma longa história... É como subir uma montanha. Você olha para cima e é alto demais, olha para baixo e vê que a queda é muito grande, então só penso em dar um passo de cada vez.

 

Acha que o Jon Jones é uma montanha alta demais para subir?

 

Eu não penso no Jon Jones, eu penso no Shogun (risos). Nada de Jon Jones (risos).

 

Em que aspectos você acha que essa luta será diferente em relação à primeira luta com o Shogun?

 

Para mim vai ser diferente, mas não sei o quão diferente será...

 

Ele voltou a treinar com o Rafael Cordeiro...

 

É, ele é muito agressivo...

 

A sua luta com ele foi a última vez que ele treinou com o Rafael. Acha que essa volta às raízes também traz uma motivação extra para a luta?

 

Eu não sei, isso é com ele. Porque você está me perguntando o que ele acha (risos)?. Como eu vou saber o que o motiva (risos)?

 

Qual a sua motivação para essa luta?

 

Eu preciso provar que a primeira luta não foi sorte, provar que ainda sou relevante. Faz sentido?

 

O que espera do UFC Rio?

 

Vai ser bom... Na América, nós achamos que a luta aqui era o esporte número um. Foi como dissemos na coletiva de imprensa, tem tantos ícones da luta do Brasil que presumimos que o esporte é gigante aqui. Eu achava que o esporte fosse maior aqui (risos), que todos soubessem o que é.

 

Como acha que vão ser as outras lutas principais, com Anderson x Okami e Minotauro x Schaub?

 

Tomara que sejam grandes lutas... Não tenho muitas expectativas... O que você espera?

 

Grandes lutas... Alguma aposta?

 

Não, sem apostas.


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