Amanda Nunes crê em hegemonia do Brasil nas três divisões femininas do UFC: 'Vai ser perfeito'

Yago Rédua

19/03/2017 12:25

Em 2016, Amanda Nunes, campeã peso-galo do UFC, teve três desafios de alto nível e passou com louvor por todos. Derrotou Valentina Shevchenko, que deverá ser a sua próxima desafiante, finalizou a então campeã Miesha Tate e nocauteou Ronda Rousey. Desta maneira, a "Leoa" faturou o título de "Melhor lutadora do mundo" no "Oscar do MMA". Em conversa com jornalistas no Instituto Reação, na Rocinha, a baiana comentou o feito.

Amanda cogita Valentina, mas segue atenta a divisão dos penas: 'Se a Cris não voltar, eu quero subir'

* Amanda 'confirma' bebê e comenta declaração de Aldo: 'O ser humano precisa aprender a respeitar'

3000x1997
Amanda Nunes doou, em nome do UFC, 62 mil reais ao Instituto Reação (Foto UFC)

"Foi perfeito, né? É defesa de título, cinturão, tudo está acontecendo muito rápido na minha vida. Não está dando nem tempo de respirar (risos), só estou aproveitando cada momento. Deus planejou tudo isso em minha vida e agora estou colhendo os frutos que eu plantei. Está sendo perfeito", analisou a brasileira. 

* Shevchenko rejeita combate no UFC Rio e Amanda rebate: 'Uma desafiante não escolhe a data'

O crescimento das brasileiras no Ultimate é algo notório. No dia 13 de maio, no UFC 211, Jéssica Bate-Estaca desafia a campeã peso-palha Joanna Jedrzejczyk. Já Cris Cyborg é cotada para ser uma das próximas postulantes ao cinturão da divisão dos penas, recém-inaugurada. Isso pode fazer com que o Brasil tenha três títulos femininos dentro da organização, e Amanda falou sobre essa possibilidade.

"Eu acredito (Brasil com uma hegemonia no MMA feminino) e quero voltar no Brasil com as duas campeãs (Bate-Estaca e Cris Cyborg), para podermos festejar isso aqui. Vai ser perfeito", encerrou.